sábado, 6 de setembro de 2014

Campanha Pinguinho Solidário


Sim! Já faz tempo que não escrevo aqui! E garanto que não é por falta de assunto... Estou com vários temas para escrever, muitas novidades para contar, afinal de contas esse é o primeiro ano de Lucas na escola, junto com o irmão (que também está em uma nova escola). Prometo não demorar em mandar notícias. A verdade é que eu estava precisando organizar um pouco as coisas (da forma que for possível) - rotina, casa, atividades, etc. Seria muito bom um tempo ocioso, mas isso não faz parte dos meus planos atualmente, então... Algumas coisas acabam ficando para trás. Mas, é só uma questão de tempo!

Mas, não poderia deixar de contar para vocês sobre uma das coisas que estou apoiando no momento. É a campanha do Pinguinho Solidário, idealizada e realizada pela linda Teca (que tive o enorme prazer de conhecer pessoalmente nos últimos dias). Teca foi uma grande apoiadora em nossas ações em comemoração ao dia internacional da síndrome de Down, em março passado e a nossa campanha fez com que ela decidisse o público-alvo da campanha dela neste ano. Sim, a campanha do Pinguinho Solidário vai fazer uma farra no Lar Vida!!! Isso mesmo! Aquele orfanato que já colaborei com as doações arrecadadas nos aniversários de Lucas! Lembram? Escrevi sobre ele aqui! E fiquei mega contente com a decisão dela! Quer saber um pouco mais, acessem aqui e vocês vão conhecer um pouco mais sobre a campanha!

Em uma das ligações de Teca para Cristina (fundadora do Lar Vida) para conversar sobre a organização do evento de entrega das doações, ela descobriu que o que o Lar precisa mesmo agora é de tinta! Sim, tinta! Tinta para pintar o Lar Vida!!! E agora? Não seria nada fácil arrecadar tinta... Então, minha amiga propôs um desafio (já que agora virou moda, né?!) que vocês podem conhecer aqui 

E como não poderia ser diferente... É o seguinte, Teca: desafio aceito! E algumas amigas desafiadas: agora é com vocês, Cynara Moraes, Débora Rêgo, Érica Souza, Fernanda Gama, Manuela Sampaio, Roberta Bartel, Angelita Broock, Emanuele Barbosa e Fernanda Prado! E então, preparadas?! Eu adorei esse desafio!!! Se você quiser participar, não se acanhe! O Lar Vida agradece!

Lar Vida – http://www.larvida.org.br/
Conta para depósito em dinheiro:
Banco Bradesco
Agência: 1425
Conta corrente: 027.538-7
Bando do Brasil
Agência: 1599-7
Conta corrente: 12.886-4


E aqui transcrevo um trecho escrito por Teca: Após realizar a sua doação envie o comprovante para blogpinguinhodetinta@gmail.com para que possamos contabilizar quanto arrecadamos para a compra das tintas. Toda campanha social precisa ter TRANSPARÊNCIA!

E agora, com vocês uma "pintança" maravilhosa!!!







sábado, 10 de maio de 2014

Mãe...

Passei uma semana sensível... Pensando em mim, em minha atuação como mãe. Pensando no antes. Lembrando como era a minha vida antes de me tornar mãe. E confesso que não lembrei exatamente como era a minha vida! São apenas seis anos... Tão intensos! Fiquei feliz! Muito feliz por perceber que eu não lembro mais como era antes, sem minha patota... Parece que sempre estiveram aqui! Tão bom...

Porque ser mãe não é uma escolha simples. Mas, quando a gente escolhe, nem imagina isso. Não! A gente não faz ideia do que vai sentir... É algo inexplicável... Sem medidas, incondicional. Mas, falar assim não explica também. Só vivendo... Só embarcando nessa viagem é que podemos entender de fato o que é isso. É aquela coisa mesmo, de letra de música, em que quando as pessoas falam, a gente até torce a boca, como se aquilo que foi dito pudesse ser questionado.

No ano passado, lendo um livro - coisa que tem sido muito difícil depois de ser mãe, antes eu lia três ou quatro em um ano, agora leio um e olhe lá! - em um trecho, a personagem descobre que sua filha, uma menina, tem um diagnóstico suspeito de leucemia. E nesse momento, ela pensa na loucura que é se tornar mãe. Sim, porque perder um filho é praticamente perder a própria vida e ter que continuar viva. Foi dessa forma que ela resumiu o que estava sentindo. 

Caramba, lendo essa reflexão, eu respirei fundo. É verdade... Só de ver narizes entupidos, falta de apetite, expressões de dor, lágrimas e outros sintomas de "sofrimento", meu coração dói... Isso realmente é muito louco. Ser mãe é uma viagem muito louca. E a gente escolhe, né?! A gente escolhe deixar de viver apenas as nossas vidas para gerar e cuidar de outra pessoa... 

E a gente repete isso! Mesmo sabendo como é! Porque a gente aprende esse amor e é ele que a gente quer sentir em dobro, às vezes em triplo!!! Porque esse amor dá sentido à vida. Porque se antes eu saía para trabalhar com um objetivo, depois deles, são outros... Não sou apenas eu mesma. Sou eu e mais dois. E isso me completa. Isso me faz viver muito mais feliz do que antes. Deve ser por isso que eu não lembro.

E hoje, recebi um texto de uma amiga que expressa exatamente isso tudo, quero dividir com vocês:

"Um filho...
Ele é o nó no meu cabelo.
O esmalte descascado na minha unha...
As olheiras no meu rosto.
Ele é o brinquedo na gaveta de roupas, o amassado nas páginas do meu livro, o rasgado no meu caderno de anotações.
Ele é o melado no controle remorto, o canal de televisão, o filme no dvd.
Ele é o farelo no sofá.
As tesouras no alto.
Ele é o backup no computador, o mouse escondido, as cadeiras longe da janela.
Ele é a marca de mão nos vidros, o desfiado nos tecidos.
Ele é o ventilador desligado, a porta do banheiro fechada, a gaveta da cômoda aberta.
Ele é o coque na minha cabeça, o amarrotado nas roupas, as frutas fora da fruteira, os panos de prato amarrando os armários.
Ele é o meu shampoo cheio de água, a espuma no chão do banheiro, o brinquedo na privada.
Ele é o interruptor nas tomadas.
Ele é o peixe no aquário, a árvore de Natal, os "pisca-pisca" de todas as casas.
Ele é o círculo, o susto.
A primeira visão da lua no começo da noite.
O valor do trabalho, a vontade de aprender, a minha força, a minha fraqueza, a minha riqueza.
Ele é o aperto no meu peito diante de uma escada, a ausência de sono diante de uma febre.
Ele é o meu impulso, o meu reflexo, a minha velocidade.
O cheirinho no meu travesseiro, o barulho, a metade, o azul.
Ele é o vazio triste no silêncio de dormir, o meu sono leve durante a noite.
Ele é o meu ouvido aguçado enquanto durmo.
A minha pressa de levantar da cama, a minha espera de bom dia.
Ele é o arrepio quando me chama, a paz quando me abraça, a emoção quando me olha.
Ele é meu cuidado, a minha fé, o meu interesse pela vida, a minha admiração pelas crianças, o meu respeito pelas pessoas, o meu amor por Deus.
É o meu ontem, o meu hoje, o meu amanhã.
Ele é a vontade, a inspiração, a poesia.
A lição, o dever.
Ele é a presença, a surpresa, a esperança.
A minha dedicação.
A minha oração.
A minha gratidão.
O meu amor mais puro e mais bonito.
A minha vida".
(autor desconhecido)

Obrigada, meus filhos, por me ensinarem o verdadeiro sentido da vida. E um feliz dia das mães para todas as mamães!




segunda-feira, 14 de abril de 2014

Três anos!!!

Três anos, caramba, três anos de Mêlouro... Foi rápido mesmo! Ainda mais com rotinas tão intensas! Em alguns momentos, a vontade era que o dia tivesse uma horinha a mais, mas faria uso dela com os meus amores. Ah, com certeza!

E então é isso. São três anos de Lucas, três anos intensos. Três anos em que eu acho que amadureci o dobro! É impressionante. Digo isso não só em relação aos meus filhos, mas em relação ao meu olhar para o mundo. Meu olhar é muito diferente do que era, mais atencioso, mais detalhista, com muito mais empatia na minha vida. Porque depois de ter filhos, eu comecei a olhar para os outros de uma forma diferente. Eu confesso! Sem vergonha nenhuma. Sinto muito orgulho da pessoa em que me transformei depois de ser mãe.

Mas, não é só isso. Ser uma mãe especial me transformou ainda mais. E eu já escrevi que ser mãe especial me fez enxergar o mundo e as pessoas sob novas perspectivas. Ser uma mãe especial mudou a minha forma de viver, transformou substancialmente a valorização que eu dava a determinadas situações! Tenho ainda mais orgulho disso.

A vida que poderia ter se tornado um caos, um desespero, se tornou ainda mais leve! Eu poderia ter me tornado uma vítima da vida, mas me transformei em uma guerreira, me sinto forte! E confirmar que ao meu lado tem um pai maravilhoso só fez o meu amor e admiração por ele aumentarem ainda mais. É isso. E é assim que eu gostaria que as pessoas que recebem um "diagnóstico" como o meu se sentissem.

Alguns se aproximam para dizer que eu nem imagino as dificuldades que terei quando meu filho crescer. Não sei... Mas, imaginando as dificuldades que eu pensei que teria quando ele nasceu e como as coisas se ajustaram, eu penso que as coisas se tornam mais difíceis na medida em que a gente dificulta elas. E Lucas, meu iluminado, só tem facilitado a minha vida, principalmente quando ele abre aquele sorriso lindo e cheio de ternura. Ele enche minha vida de amor quando me abraça forte, cheio de carinho e afabilidade. Meu Lucas transformou a minha vida e transforma a de muitos a sua volta. Ele nasceu para isso. Eu sei.

Obrigada, Mêlouro, por trazer ainda mais felicidade para as nossas vidas!

E tem como não se derreter com um sorriso desses?

quarta-feira, 2 de abril de 2014

21 de março de 2014

Esse é o terceiro ano em que o dia 21 de março movimenta a minha vida de uma maneira sublime e diferente! Movimenta e transforma!

Desde o ano passado, quando Lucas já estava um pouco maior, que eu e as minhas amigas nos juntamos para pensar e idealizar formas de divulgar esse dia tão importante para as pessoas com síndrome de Down e suas famílias.

Um dia desses, eu li um texto com o título “comemorar ou lamentar” que me fez refletir um pouco sobre o que eu penso, em como eu vivo. Cheguei à conclusão que o dia 21 de março é dia para se comemorar sim, dia de chamar a atenção, um dia marcado para mostrar a importância de incluir, de respeitar, de conviver com a diferença. Como bem escreveu uma amiga, para nós, pais, todo dia é dia dos nossos filhos, mas o dia 21 de março é o dia da síndrome de Down para o mundo. Para ecoar ainda mais alto a nossa voz!

Bom, depois de me tornar mãe, eu me transformei, aprendi muito mais sobre mim mesma, comecei uma vida tão diferente de tudo que já havia vivido antes. Mas, me tornar uma mãe "especial" mudou a minha vida. Mudou meu caminho. É isso. Se já não era como antes, hoje eu me sinto ainda mais diferente... Tive a oportunidade de enxergar a vida de outro ângulo. Sob novas perspectivas.

E eu vivo todas as belezas desse rumo inesperado de uma forma leve, tentando conscientizar as pessoas que me cercam que sim, é diferente, mas “e daí... que diferença faz?”. A rotina das terapias não é nada fácil, mas não precisa ser ruim, né?!

Então, agora vamos lá! Desde janeiro que eu e Débora começamos a pensar no que faríamos para comemorar o dia 21 de março. E em uma longa caminhada em direção ao Bonfim (isso mesmo, foi durante a lavagem do Bonfim que nós começamos a planejar!) a gente idealizou tantas coisas, imaginou tantos cenários, miramos as estrelas! Sim, foi isso mesmo. A gente sonha alto... Mas, "ser mais do mesmo o tempo todo não é tão legal?".

Depois da caminhada, de férias merecidas, convocamos o nosso grupo, um tal "G7", denominação criada carinhosamente por Sheila Araújo, terapeuta ocupacional de alguns dos filhos do grupo para simplificar nas conversas ao se referir a essas sete mães que se uniram em um momento tão oportuno. Tão diferentes e tão iguais ao mesmo tempo.

Enfim, caminhos escolhidos, objetivos definidos, fomos nós. E mobilizamos algumas ações que resultaram em trabalhos lindos, como a exposição de fotos com os jogadores dos dois maiores times (e rivais) da Bahia - a dupla BAVI. Enfrentamos algumas situações desconfortáveis, mas que serviram para nos unir e fortalecer ainda mais! Um papo sobre um movimento paralelo, que nem tinha sido idealizado ainda, fez com que a gente pensasse em como nos mobilizar e, dessa vez, sozinhas. Mas, não estávamos sozinhas. Porque estamos sempre juntas, uma colaborando com a outra, completando o pensamento, conversando, criando, vibrando, chorando, rindo, surtando juntas! E, me desculpem, mas afinidade é um presente divino para seguir em frente!



E foi assim que em um papo com Marcelo, conversei sobre a música Ser diferente é normal” e em como seria interessante se o grupo Canela Fina gravasse a música com arranjos que só eles poderiam criar. E ele me responde que se o grupo topar, seria um sucesso. Pronto, me estimulou, já viu... Conversei primeiro com Kamile (guitarrista do grupo) por mensagem em facebook, sem comunicar às meninas, esperando a resposta e ela topou na hora (depois me confidenciou que também não tinha comunicado ao grupo) e aí corremos para realizar o nosso projeto. O tempo foi tão corrido, contatamos estúdio, e depois de muitas negativas, fomos acolhidos por Ruth Buarque, assessora da Pracatum – podia ser melhor?! Nunca! Foi lindo de viver! E mesmo depois de um dia de trabalho, passar aquelas seis horas à noite em um estúdio acompanhando a gravação foi muito bacana! Sem falar, que depois de sair do estúdio, mais de meia noite, corremos para levar o material para o editor! Cansadas, mas eufóricas e felizes! A gente ainda não tinha nem noção do que viria pela frente! Foi difícil dormir naqueles dias!



Bom, no total foram três noites sem dormir, acompanhando a gravação e a edição do vídeo, mas fazia tempo que eu não me sentia tão feliz em fazer um trabalho. Ah, gente, amor é tudo!



Contatos com emissoras de televisão e um apoio magnífico da Rede Bahia nos fizeram ainda mais felizes! Quem viu o videoclipe com certeza concorda que ficou maravilhoso! Música linda com arranjos singulares, cantado por vozes maravilhosas, com imagens emocionantes de nossas crianças, que estavam ali representando as pessoas com síndrome de Down... Exibido em todas as edições dos jornais locais da Rede Bahia – foi fantástico! A repercussão foi maravilhosa!

Para completar, no clássico BAxVI, os meninos entraram com os jogadores dos times e nós pudemos ver no telão o nosso vídeo lindo sendo exibido na Arena Fonte Nova! Emoção pura!




Até hoje ainda estou aqui refletindo, pensando em nossos erros, em como fazer melhor, em como garantir a participação de todos, pensando nas parcerias firmadas e nas outras que estão por vir e de uma coisa eu tenho certeza: é só o começo! E isso está me realizando de uma forma tão boa, tão feliz...

Visitando a exposição no shopping, no último sábado, tive o prazer de encontrar três mamães lindas, com seus filhos mais lindos ainda e tive a certeza de que conseguimos sim (mesmo que algumas pessoas pensem que essa movimentação não é válida) alcançar o nosso objetivo: eu vi, nos olhos delas, orgulho em desfilar com seus filhos, eu vi nos olhos delas a satisfação por encontrar acolhimento e compreensão. Eu fiquei feliz demais. Não poderia ser melhor!







Agora é hora de agradecer! Agradecimentos mais do que especiais: ao Esporte Clube Vitória, ao Esporte Clube Bahia, aos fotógrafos Betina Valente e Marcelo Tanajura, ao grupo Canela Fina (sou fã demais!), à Pracatum – PC e Ruth, vocês foram perfeitos, a Fredshon, André Carvalho, Ivo Xavier, à Arena Fonte Nova, à Sudesb, ao Shopping Barra, à Rede Bahia (incríveis!), à Ser Down, Leonardo Sahade e, principalmente, às famílias que participaram diretamente (mesmo os que não foram). Além deles, quero agradecer a minhas amigas maravilhosas que estão comigo em qualquer parada e que fizeram isso tudo acontecer (“G7”) e, finalmente, àquelas crianças lindas que abrilhantam as nossas vidas nos fazendo lembrar que “ser diferente é normal!”

Além disso, ainda tivemos um momento muito bacana com Teca do site Pinguinho de Tinta! E ela fez uma homenagem muito linda no blog "Pinguinho de Tinta". Teca, você é show! Do nosso time, total!

As fotos ficarão expostas até o dia 04/04 no piso L4 do shopping Barra, está lindo demais! Pura emoção! E se ainda não assistiu ao clipe? Está lindo demais! Acesse aqui e se emocione com uma música linda gravada por um grupo maravilhoso (vou confessar: eu vibro mais nos shows do Canela Fina do que as crianças - ADORO).

E, porque nós somos sete e sete é um número cabalístico, abaixo o registro de um dia mágico para todas nós. Amo essas mulheres! Estar com vocês é sempre muito bom, vocês me completam! Amo todas!





segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Ano novo, vida nova!

O ano começou em clima de férias. Isso porque até o final de janeiro, estava curtindo intensamente a minha cria! Curtindo cada momento, surtando em outros (é teste demais a que um menininho de 5 anos me submete!) e relaxando bastante!

Aproveitando o primeiro pirulito!

Sim, estar com duas crianças pode ser muito cansativo, mas também prazeroso. Os meninos curtiram cinema com os primos, brincadeiras com os amigos do prédio e alguns dias de muita alegria na praia.

Primos, amigos e irmãos!

Saí de férias efetivamente no meio de janeiro, mas antes disso no Reveillon tivemos alguns dias muito legais em família! Bom, apesar de toda trabalheira, todos os desafios, a gente se divertiu muito, os meninos brincaram bastante e descansaram também. Escolhi nos dar férias de terapias e quaisquer outras atividades que não estivessem relacionadas à diversão! Nada de obrigações, de horários apertados, de cobranças, cadernos e etc.

Meus amores pintando o sete!
Teremos uma nova rotina e novas adaptações a partir de agora e eu queria estar bem descansada, preparada e organizada para tudo o que virá pela frente. E deu certo! Estou me sentindo revigorada, "com todo gás", repensei os horários novos e a logística (já que neste ano, Lucas vai para a escola e Mateus já começou em uma nova escola - adorando!) e espero que a gente consiga manter qualidade na estimulação do pequeno, que terá uma vida bem agitada em 2014 - escola pela manhã, natação, fisioterapia, fonoaudióloga e terapia ocupacional durante as tardes (ufa!), além da musicalização aos sábados. Eu também tive que reorganizar a minha vida, já que trabalho o dia todo e escolhi qualidade de vida para este ano (ainda não consegui pensar em como alcançarei tal meta (bastante ambiciosa, já que o dia tem apenas 24 horas!).

A turma se divertiu mesmo
Bom, o fato é que decidi desacelerar e, mesmo sendo difícil, manter o equilíbrio, serenidade e muita disposição (pelo menos estou tentando). De vez em quando eu sei que terei que enfrentar alguns dissabores. Mas, por enquanto, tenho vivido intensamente cada instante. E, é isso aí, 2014 promete e a energia desse ano me garante que muita coisa boa está por vir!!!
Arriscando, aprendendo, surpreendendo
Tão bom que ao final das férias, Marcelo me relata um diálogo que ele teve com Mateus antes de dormir, mais ou menos assim:

"- Pai, hoje eu fiquei em casa - ele estava com virose - e joguei no tablet o dia todo.
 - Mas, filho, isso não é legal, você está ficando viciado no tablet.
 - Não, pai, eu estou viciado no tablet e em minha mãe.
 - Mas, você sabe que ela vai trabalhar amanhã, né, filho?!
 - Eu sei, mas eu vou trancar a porta para ela não conseguir sair!"

Tem como não amar essa criança??? Eu sim, sou viciada no amor que sinto por aqueles três!

Mais registros de dias tão especiais e inesquecíveis ao lado da minha "patota":

Brincando


Adora praia, areia e mar!

Meu moreno lindo

Livres!

Mêlouro lindo!

Heróis, irmãos, parceiros eternos