quarta-feira, 13 de junho de 2012

Quando julgamos...

O que julgamos ser óbvio
Quase nunca o é em verdade...

O que julgamos ser verdade
Quase nunca o é em absoluto...

O que julgamos ser absoluto
Quase nunca o é para sempre...

O que julgamos ser para sempre
Quase nunca vai além do amanhã...

O que julgamos ser até amanhã
Quase nunca chega até lá de fato...

Quando julgamos, quase sempre o fazemos com os nossos sentimentos...
E sem ter o conhecimento de todo o contexto, nos falta compreender o que seja a transitoriedade da vida...
Por isso, na maioria das vezes,  ERRAMOS...

Autor: Sérgio Rossetto.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dani, Dani...

Aí que ontem eu conheci alguém que eu ansiava por conhecer... Uma menina linda, doce, meiga e cheia de amor no coração, cheia de paz, com um olhar que semeia a tranquilidade, que transmite sinceridade e a mais pura energia de gratidão, de reciprocidade.

Eu conheci Daniella e no meio de toda a agonia de procurar uma babá, de decidir com quem os meus filhos ficam enquanto eu trabalho, eu escolhi que sempre ia me lembrar do olhar de Dani e de sua voz me dizendo assim: "você é muito linda, eu te amo" e eu de cá, emocionada, porque sei que o que ela me disse foi sincero e verdadeiro. Porque eu sei que Dani se encantou comigo tanto quanto eu me encantei com ela...

Dani, minha querida, vou aguardar ansiosa o nosso próximo encontro e vou sempre lembrar de você com todo o meu carinho e emoção... Obrigada por tornar o meu dia ainda mais feliz...

Vou contar por que...

Pois é... Dia desses escrevi aqui (depois de algum tempo sem escrever) que estava no limite... E, confesso, que de fato estou mais ou menos por aí mesmo...

As coisas não estão muito fáceis por aqui, há quase quatro meses que eu procuro por uma pessoa que me ajude com os meninos enquanto eu trabalho e... quatro tentativas depois, nada... Pior do que não ter uma babá é esse "entra e sai" de estranhas na minha casa, na minha vida, na minha intimidade, na minha privacidade... Difícil isso...

Aí vou contar uma coisinha para vocês: quando Mateus era bebê eu cuidei dele sozinha. E quando precisei de uma babá, não consegui me adaptar e aí, o que aconteceu? O filhote foi para um berçário, com oito meses. Foi uma decisão difícil, mas a melhor para a minha família naquele momento. Eu não concebia a ideia de deixar o meu pequeno sozinho com uma estranha, mas também não era muito simpática à possibilidade de deixá-lo na casa de alguma das avós diariamente... A nossa rotina iria ficar muito, mas muito complicada, além de complicar um pouco as relações familiares (eu não sou nada fácil, elas também não...).

Então Mateus foi para o berçário. E ficava lá o dia todo. Eu o deixava às oito da manhã e buscava antes das dezoito horas. Era uma rotina bem dinâmica, mas a que eu me acostumei e me adaptei bem. Aliás, todos em casa. O complicado mesmo era a incidência de viroses e infecções. Isso faz parte da vida escolar de qualquer criança. Mas, era complicado porque quando elas aconteciam, eu, que não tinha uma babá, precisava ficar em casa com ele e aí já viu... Deixava de trabalhar... Mas, enfim, foram alguns meses muito interessantes e de muitos ganhos e conquistas. Mateus aprendeu muitas coisas no berçário, eu estava satisfeita, Marcelo também, Mateus estava ótimo.

Mas, um dia, sem procurar, uma babá apareceu em minha vida. Digamos que, ela caiu do céu, porque eu não a procurei e ela me foi indicada e nós resolvemos tentar. Foi assim que Cris chegou em nossas vidas. Eu tive que me despir de alguns sentimentos e preconceitos, mas aceitei o desafio de ter uma babá. Mateus estava com quase um ano e meio e se adaptou super bem. Ficava um turno no berçário e o outro em casa. As coisas funcionaram muito bem em minha casa e para a minha família. As nossas rotinas mudaram bastante, acho até que a gente acabou se acomodando muito (acho que isso não foi bom, risos) e Cris se tornou de fato uma parceira. Eu mal pensava e ela já sacava. Parecia até que lia os meus pensamentos. Posso até dizer que Cris era muito melhor para mim do que para todo mundo aqui de casa... Mas, como as coisas tem que ser, né... Lucas chegou e eu precisei voltar a trabalhar... E comecei a exigir demais. E a minha relação com Cris mudou bastante. Esfriou. Desgastou. Eu sentia que algo não ia bem. Eu já não estava tão satisfeita com algumas posturas dela (achava mal humorada, sem vontade) e depois de uma chata conversa, para tentar melhorar as coisas, Cris resolveu ir embora. Mas, Cris plantou uma boa semente no meu coração, não tenho mágoas dela. Algumas vezes só lamento não ter dado a atenção que ela merecia. Mas, não foi por falta de vontade, mas pura e simplesmente por falta de tempo. Sempre guardei um bom sentimento por ela que continua em minhas orações.

Nada fácil... Uma babá que caiu do céu e então eu precisava de fato procurar uma "substituta", "sucessora", ou qualquer coisa parecida. E já se vão quase quatro meses. E já se foram quatro pessoas diferentes.

Algumas pessoas me disseram que babá é difícil para todo mundo quando eu disse que a babá para cuidar de um bebê "especial" precisa ter um quê "especial" também. Quase fui "comida" por algumas mais estressadas com o meu comentário. E calma lá galera, mas a mãe em questão sou eu... Não estava falando nada com a intenção de dizer que o meu problema é mais difícil ou pior do que o de ninguém. Mas, eu sinto isso. Por causa das exigências, por causa da paciência, da consistência, da persistência, se a babá não estiver comprometida, não dá... E, de fato, não pode ser qualquer uma... Precisa ser "especial" mesmo. E eu continuo em busca de alguém que não precisa ser perfeita, nem saber de tudo, mas que tenha comprometimento, boa vontade e paciência, que seja parceira. Espero que tão logo ela apareça, que eu a encontre ou que eu a conquiste... Quem sabe não pode ser assim?

É por isso que as coisas não estavam fáceis, porque além de estar à procura, já convivi com quatro pessoas diferentes. E para completar, o meu pequeno ainda apareceu todo pintadinho na semana passada, com febre... Por isso, desabafei. E apesar de não ter escrito nada além de um grito de socorro velado, algumas pessoas leram nas entrelinhas e ficaram preocupadas comigo. Por isso, preciso agradecer com todo carinho e gratidão... Obrigada, vocês são incríveis.

terça-feira, 5 de junho de 2012

No limite...

Eu estou verdadeiramente cansada e a ponto de surtar... Quem sabe arranjo um tempo depois para desabafar...

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Novas pérolas

E nesse bafafá de procura por uma babá legal, estou eu no quarto me arrumando para sair e eis que escuto o meu rapaz de quatro anos falar: "Ô Nádia, por que Luquinhas está no colo? Você sabe que ele tem que engatinhar, né? Precisa ficar no chão. Ah, assim não vai dar..."

Quem guenta com isso? Só me restou rir um pouco dessa figura...

segunda-feira, 14 de maio de 2012

4 anos!

Hoje ao acordar (depois de ser levantado aos beijos e carinhos do papai, da mamãe e do irmão), meu filhote me olha e pergunta assim: “mãe, é hoje que eu tenho quatro anos, é?”... Lindo!
É sim, meu amor, hoje você completa quatro anos! E ele estava esperando tanto esse momento... Aliás, os coleguinhas da escola também! E foi uma comemoração muito animada. Mateus adorou, Lucas adorou a farra na escolinha, curtiu e explorou os espaços que lhe foram apresentados e nós ficamos muito satisfeitos com a alegria do aniversariante. Foi muito legal!
E, para quem parou e pensou: “Meu Deus, já! Como o tempo voa!”
É verdade mesmo, o tempo voa... Mas, de fato já passaram quatro anos do dia em que a minha vida mudou. Daquele dia em que eu deixei de ser apenas eu e me tornei eu e mais alguém. Quatro anos do dia que mudou a minha vida completamente. Porque o que eu era, não sou mais...
Parabéns meu filho querido! Mamãe te ama demais...

Parece que foi ontem...

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Dia das Mães

Lógico que eu não poderia deixar de escrever nesse dia, afinal, como bem disse a minha amiga Mano, a maternidade é especial... Não poderia faltar aqui uma homenagem a todas nós, mamães! Mulheres que escolhem viver outras vidas além das suas. Mulheres que escolhem deixar de ser apenas elas. Porque ser mãe é ser mulher e muito mais.

E quando eu penso no dia das Mães, penso logo em minha mãe. Naquela que cuidou de mim, que me fez chegar até aqui, que me inspira, que me ama incondicionalmente. Penso em tudo o que eu sinto pelos meus filhos e lembro que certamente é o que ela sente por mim... Penso nela e no quanto ela é importante para mim. Penso nela e em como ela me completa. Penso na minha linda mãe e em tudo o que eu sou. Penso na mãe que eu me tornei e em quantas vezes eu disse para mim mesma: “quando eu for mãe não vou fazer isso” e como hoje eu penso: “como foi bom ter minha mãe e me inspirar nela...” Coisas da vida. Vida que se repete. Diferentes personagens, histórias parecidas.

E cá estou eu, pensando na minha mãe e me pego lembrando de tantas mães importantes em minha vida: minha avozinha querida, linda e que eu amo tanto... Minha avozinha que me quer tanto bem... Minha avozinha que me ensinou tantas coisas, e como me lembro perfeitamente da força dela, da luta, da coragem, da batalha, do amor, do afeto.

Minha sogra, mulher forte, de fibra, decidida, lutadora, amorosa, carinhosa. E que me socorre tanto, me acolhe como filha e organiza tantas coisas em minha vida...

E cá estou eu escrevendo e ela, Mano, minha amiga entra e me pergunta: “venha cá, dia das mães, maternidade especial, não vai escrever nada?”

E Mano me faz pensar em outras mães e no quanto elas me inspiram. Quisera eu poder juntar tudo em mim: a assertividade de Cíntia, a sensatez de Duda, o bom humor de Beta, a liberdade de Milena, a amizade de Véu, a cumplicidade de Mano, a serenidade de Rosinha, a alegria de Ina, a criatividade de Jana Mascarenhas, a dedicação de Déa Rêgo, a amizade de Lary Ribeiro, a paciência de Rita, o carinho de Lara Atta, a graça de Ladys, a preocupação de Claudinha, a coragem de minha dinda...

Enfim, o que nelas sobra é o que deve ser comemorado nesse dia tão especial: o amor. Um feliz e lindo dia das mães para todas as mamães mais do que especiais!


Recalculando Rota*

A ideia de escrever esse texto surge de uma necessidade absurda de expressar a minha gratidão. Sim, esse é o sentimento mais marcante dessa...